Dr. Bruno Cavellucci

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Dr. Bruno Cavellucci Sou médico, apaixonado por novidades e desafios. Tenho certeza que aprendo muito e procuro devolver a altura para as pessoas que entram em contato comigo.

Médico Clínico Geral, Especialização em Dor Crônica, Termografia e Infectologista
🔹Trato dores sem medicação

🎓Mentor de Médicos que querem ser REFERÊCIA no tratamento de dor crônica
▪️Metodologia que gera resultado terapêutico rápido e eficaz Nos últimos 5 anos venho cuidado de pessoas que sofrem com DORES CRÔNICAS, de longe meu maior desafio na minha caminhada na medicina. Coleciono transformações, histórias e muita superação... recentemente senti isso na pele, mais precisamente no ombro direito! Hoje entendo que tenho um grande propósito: trocar minhas experiências com as pessoas que sofrem com dores crônicas e buscam uma superação ou controle... porque não, por vezes, a cura.

30/09/2026

Dr. Bruno Cavelluccì | Dor Crônica & Mentoria Médica 🧠 Ep. 6 — O Médico Que Eu Seria Hoje.

Quando você vira referência, os casos que chegam mudam de natureza.

Não são mais pacientes que falharam num protocolo.
São pacientes que falharam em múltiplos protocolos.
Com múltiplos especialistas.
Ao longo de muitos anos.

E chegam até você como última opção.

Uma paciente chegou com dor escapular direita há 20 anos.
Mais bruxismo, cefaleia, joelho, quadril, lombalgia, insônia.
Tudo do mesmo lado.

Ninguém havia conectado os pontos.

O raciocínio regulatório mostrou dois campos de interferência que ninguém havia mapeado:
→ Um pré-molar superior direito fraturado e implantado 3 anos antes — conectado a C5-C6-C7, a cadeia posterior inteira do lado direito.
→ Uma cicatriz pélvica de gravidez ectópica — campo de interferência visceral alimentando o eixo esquerdo.

Na primeira consulta, sem tratar escápula, joelho ou quadril:
o pescoço destravou, a dor no quadril desapareceu, o bruxismo cessou.

Quando o sistema tem camadas sobrepostas de desregulação, você não começa pelo sintoma mais antigo. Nem pelo mais intenso.

Você começa pelo campo que está sustentando todos os outros.

E identificar esse campo é onde a leitura profunda do SNA separa uma conduta estratégica de mais um protocolo.

Ep. 7 na semana que vem.

💬 Você já atendeu um paciente com tantas queixas que não sabia por onde começar?

23/09/2026

Dr. Bruno Cavelluccì | Dor Crônica & Mentoria Médica 🧠 Ep. 5 — O Médico Que Eu Seria Hoje.

Quando os resultados melhoraram, eu achei que seria o suficiente.

Não foi.

Os colegas começaram a me ligar.
Não pra marcar almoço.
Pra pedir opinião sobre casos que eles não conseguiam resolver.

O ortopedista com a hérnia operada e a dor que voltou.
O reumatologista com a fibromialgia que não cedia.
O neurologista com a enxaqueca refratária a tudo.

Médicos experientes. Ligando pra mim.

Não é o volume de conhecimento que te coloca numa categoria diferente.
É o sistema de raciocínio que você usa quando o conhecimento convencional já foi todo aplicado e o paciente continua com dor.

O médico que chega nesse ponto não é consultado porque tem mais títulos.
É consultado porque resolve o que os outros chegaram ao limite.

Se eu pudesse voltar e dar um conselho pro médico que eu era no início:
não seria “aprenda mais técnicas”.
Seria: aprenda a ler o sistema que sustenta a dor.

Mas tornar-me referência trouxe algo que eu não esperava.

Os casos que passaram a chegar eram de uma complexidade completamente diferente.
E em um deles… eu quase errei feio.

Ep. 6 na semana que vem.

💬 Você já recebeu um caso de colega e sentiu o peso de ser a última opção daquele paciente?

17/09/2026

Dr. Bruno Cavelluccì | Dor Crônica & Mentoria Médica 🧠 Ep. 4 — O Médico Que Eu Seria Hoje.

Eu tinha a pergunta certa.
O método.
A termografia mostrando o sistema na minha frente.

E continuava errando condutas.

Não porque eu não enxergava.
Porque eu enxergava demais — e ainda não sabia o que aquilo significava de verdade.

Eu estava usando a termografia como exame.
Quando ela é, na verdade, uma linguagem.

Existe uma diferença enorme entre ver um padrão térmico e saber o que ele representa anatomicamente, fisiologicamente, clinicamente.

Quando o SNA deixou de ser um sistema que eu “considerava” e virou uma linguagem que eu “lia”…

a termografia deixou de ser um exame. Virou um mapa.

A neuromodulação sem essa leitura é um bloqueio.
Com essa leitura — é uma conduta estratégica.

A diferença não está na agulha.
Está no que você vê antes de pegar a agulha.

Episódio 5 na semana que vem.

🔖 Salva esse vídeo se você está construindo esse raciocínio.

08/09/2026

Dr. Bruno Cavelluccì | Dor Crônica & Mentoria Médica Episódio 3 de 9 — “O Médico Que Eu Seria Hoje”

Eu já tinha a sequência. Já sabia organizar a análise do paciente.

E mesmo assim, ainda não conseguia explicar por que dois pacientes com a mesma lesão na ressonância tinham dores completamente diferentes.

Com o método pronto, eu organizava a investigação. Mas quando chegava na camada mais importante — a interpretação do sistema nervoso autonômico — eu não conseguia ir fundo o suficiente. Sabia que o SNA estava ali, sustentando o quadro. Mas não conseguia enxergar como ele estava se comportando naquele paciente específico, na frente dele, em tempo real.

Eu tinha a pergunta certa, o método certo — e nenhuma forma de olhar pra dentro do sistema.

Foi aí que busquei uma forma de tornar o sistema nervoso autonômico visível. Não teórico. Visível. A termografia — exame de imagem point-of-care, feito ali, com o paciente na minha frente — abriu essa janela.

Essa foi a peça que faltava no quebra-cabeça. Comecei a conectar pontos que antes eu só intuía: por que a mesma lesão na ressonância gerava dor e resposta ao tratamento completamente diferentes em pacientes diferentes.

A resposta não estava na lesão. Estava em como o sistema nervoso autonômico de cada um estava regulando aquela região.

👉 Comenta: você já teve dois pacientes com a mesma lesão e respostas completamente diferentes ao tratamento?

Segue o perfil — no episódio 4 eu conto onde fui procurar como interpretar essa janela, e por que fui procurar no lugar errado.

neurologiamedica medico

03/09/2026

Dr. Bruno Cavelluccì | Dor Crônica & Mentoria Médica Episódio 2 de 8— “O Médico Que Eu Seria Hoje”

Meu erro não foi jogar fora tudo o que eu sabia.

Foi achar que tudo o que eu tinha construído até ali estava errado.

Eu não abandonei a medicina da dor tradicional. Continuei usando o que funcionava. O problema foi outro: eu não conseguia encontrar a ponte entre o que eu já sabia — anos de prática, protocolo, raciocínio clínico convencional — e essa visão sistêmica que a compreensão do sistema nervoso autonômico trazia.

Dois mundos que eu não sabia conectar. E ninguém me alertou que essa ponte precisava ser construída. Tive que fazer isso sozinho — entender como cada tecido, cada estrutura, cada comando do corpo participava não só do sintoma, mas da doença e das alterações sistêmicas por trás dela.

Fui no improviso, caso por caso. Chegou um ponto em que parecia que eu não sabia mais nada.

Foi aí que quase desisti.

Porque eu tinha criado uma complexidade sem método — via as conexões, mas não tinha um racional que organizasse isso. Sem sequência de raciocínio, cada caso virava uma investigação do zero.

O que me tirou daquilo não foi entender mais sobre o SNA. Foi criar uma sequência fixa pra transformar essa complexidade em decisão.

👉 Comenta: você já teve a sensação de enxergar mais conexões no seu paciente do que conseguia organizar em uma decisão?

Segue o perfil — no episódio 3 eu conto a peça que faltava mesmo depois da sequência pronta.

02/09/2026

Dr. Bruno Cavelluccì | Dor Crônica & Mentoria Médica Se alguém tivesse me feito uma pergunta simples no meu primeiro ano com dor crônica, eu teria economizado cinco anos.

Ninguém fez.

Episódio 1 de 8 - “A pergunta que ninguém me fez.”

Comecei como todo mundo começa: acumulando protocolo. Mais um remédio, mais uma técnica, mais um curso. Tecnicamente competente — e mesmo assim, com paciente que voltava toda semana, com a mesma dor, no mesmo lugar.

Eu assumia que faltava saber o remédio certo. A técnica certa.

Não faltava.

Faltava uma pergunta diferente — e é ela que eu conto no vídeo de hoje. É o primeiro episódio de uma série onde eu vou contar, sem filtro, o que eu faria diferente se estivesse começando agora: os erros, as barreiras, o que eu estudaria primeiro, o que quase me fez desistir no meio do caminho.

👉 Assiste até o fim e comenta: você já teve aquele paciente que voltava toda semana e você não sabia por quê?

Segue o perfil — o episódio 2 sai em breve, e ele conta o erro que quase encerrou minha carreira em dor crônica.

20/08/2026

Dr. Bruno Cavelluccì | Dor Crônica & Mentoria Médica Me segue aqui porque todos os dias tem vídeos novos sobre como o SNA explica a dor do seu paciente.

A RM de joelho que você pediu não explica a dor do seu paciente.

20/07/2026

Dr. Bruno Cavelluccì | Dor Crônica & Mentoria Médica 🧠 Mão fria. Zumbido. Palpitação. Dor cervical irradiando para o polegar.

Quatro especialistas. Quatro diagnósticos. Nenhuma conexão.

Porque todos enxergaram o sintoma.
Ninguém enxergou o que está em C6.

O tubérculo de Chassaignac não é só um marco anatômico.
É a porta de entrada para o gânglio estrelado — o maior centro de controle simpático do quadrante superior.

Uma irritação em C6 pode gerar simultaneamente:
→ Radiculopatia para o polegar
→ Síndrome de Raynaud assimétrica
→ Zumbido e enxaqueca cervical
→ Taquicardia paroxística e broncoespasmo

Isso tem um nome: Síndrome do Quarto Superior.
E C6 é frequentemente o epicentro não identificado.

Ortopedistas, neurologistas, fisiatras, reumatologistas e clínicos de dor precisam conhecer esse mapa.

Segue o perfil para mais conteúdo sobre raciocínio clínico regulatório.

🔗 Comenta **RACIOCÍNIO** que eu te convido para uma reunião fechada de discussão de casos complexos da medicina da dor — exclusiva para médicos.

15/07/2026

Dr. Bruno Cavelluccì | Dor Crônica & Mentoria Médica 🧠 Tem diferença estimular o nervo vago direito ou o esquerdo?
A maioria dos médicos trata os dois lados como se fossem iguais.
Não são.
O vago direito governa o nodo sinoatrial — controla o ritmo cardíaco.
O vago esquerdo governa o nodo atrioventricular — controla a condução elétrica.
E a lateralidade vai além do coração:
→ Esquerdo: estômago, pâncreas, baço, coração.
→ Direito: fígado, vesícula biliar, duodeno.
Escolher o lado errado não é só ineficácia.
Pode ser risco — bloqueio bilateral gera obstrução respiratória imediata.
A técnica sem hierarquia de decisão é procedimento.
O raciocínio com hierarquia de decisão é medicina.
Neurologistas, fisiatras, reumatologistas, ortopedistas e clínicos de dor precisam conhecer esse mapa.
Segue o perfil para mais conteúdo sobre raciocínio clínico regulatório.
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